O Dia Municipal da Ecologia Integral e da Consciência Planetária será celebrado anualmente, em 22 de abril, com a aprovação de projeto, assinado pela vereadora Silvana Elias, que versa sobre o Calendário Popular.
A proposta, com foco em conscientização ambiental, oferece oportunidade estratégica de mobilização social e de fortalecimento de políticas públicas voltadas à sustentabilidade no âmbito local. “Parte-se do entendimento de que nós somos o meio ambiente: escolhas cotidianas, modos de produção e consumo, mobilidade e ocupação do território impactam diretamente a água, o ar, o solo, a biodiversidade e a qualidade de vida da população. Celebrar essa data significa reconhecer a interdependência entre pessoas e natureza, assumindo responsabilidade compartilhada pela manutenção dos serviços ecossistêmicos que sustentam a vida e a economia. Ao prever programação anual, parcerias e educação ambiental transversal, o projeto estimula boas práticas (redução de resíduos, uso eficiente de recursos, proteção de nascentes, arborização, mobilidade sustentável), engaja a comunidade e qualifica a governança local. A instituição do Dia Municipal da Ecologia Integral e da Consciência Planetária complementa as ações já existentes no Calendário Popular e integra esforços sob uma visão abrangente dos recursos naturais”, afirma a vereadora, que apresentou, na mesma sessão, projeto incluindo o Dia Municipal da Dislexia no Calendário de Uberaba.
Silvana explicou que no Dia Municipal da Dislexia, a ser comemorado no dia 16 de novembro [em alinhamento ao Dia Nacional da Dislexia], será fortalecida a agenda local de conscientização, acolhimento e inclusão das pessoas com o transtorno específico de aprendizagem caracterizado por dificuldades no reconhecimento preciso e/ou fluente de palavras e pela baixa habilidade de decodificação e soletração. “A dislexia é uma condição neurobiológica, não relacionada à capacidade intelectual, que impacta diretamente a trajetória escolar quando não identificada precocemente e acompanhada adequadamente. A literatura técnica e a prática das redes de ensino convergem quanto à importância de triagens educativas, adaptações pedagógicas, formação de docentes e orientação às famílias para assegurar o direito à educação de qualidade com acesso, permanência e aprendizagem”, salientou. “Trata-se de medida de baixo impacto orçamentário (ações prioritariamente educativas e de comunicação), com alto retorno social, que harmoniza as iniciativas locais com a agenda nacional de valorização da neurodiversidade e de garantia de direitos”, acrescentou Silvana.
Jorn. Karla Ramos
Dep. Comunicação da CMU
18/12/2025






